Margarida Mano aceitou desafio para dar voz ao distrito
Centenas de pessoas marcaram presença na apresentação dos candidatos pela coligação PSD/CDS-PP “Portugal à Frente” pelo circulo eleitoral de Coimbra. A cerimónia decorreu no Mosteiro de Santa Clara, espaço mágico e histórico da cidade, onde Miguel Poiares Maduro, Miguel Pires da Silva, Paulo Barradas e Margarida Mano usaram da palavra.
Margarida Mano, cabeça de lista pela coligação PSD/CDS-PP, enunciou os vários motivos que a levaram a “sair da sua zona de conforto e aceitar o desafio”. “O primeiro motivo tem a ver com o mérito da pessoa que me convidou, Pedro Passos Coelho, que foi um Primeiro-Ministro corajoso, que tomou decisões difíceis para resolver um problema que não criou, colocando os interesses do país acima dos interesses partidários”, afirmou a Vice-Reitora da Universidade de Coimbra.
Em seguida, a independente Margarida Mano justificou a sua decisão “porque isso significa dar voz ao distrito de Coimbra, território com enorme potencial de afirmação estratégica que deve ser valorizado à escala nacional e internacional”.
A professora universitária deixou a promessa de “ouvir as pessoas, ouvir sempre diferentes perspetivas e trabalhar muito. Ser fiel aos princípios da boa governação e entregar toda a sua energia e discernimento à causa pública”.
Antes de terminar, a doutorada afirmou que “não podemos voltar para trás! Aceitei o convite porque achei que dar a cara era o melhor a fazer neste momento especial para Portugal”.
Antecedendo a cabeça de lista, o mandatário da candidatura Paulo Barradas, Presidente da Bluepharma, afirmou ter “confiança neste governo que entregou um país muito melhor do que estava há 4 anos atrás”, garantindo ser necessário “caminharmos neste sentido de desenvolvimento e estabilidade que recuperou a reputação e credibilidade internacional de Portugal”.
O empresário de sucesso salientou que o país “não quer uma Grécia em Portugal, o que teria acontecido caso tivesse sido interrompido o mandato do governo, como queria o PS”. Segundo o mandatário da candidatura, os portugueses querem “um ambiente de estabilidade e confiança nos negócios e ao investimento que só pode ser garantido pela coligação”.





