Cerca de 2500 pescadores da sardinha estão sem apoios à paragem e assim vão continuar, pelo menos, até ao fim do ano. O acesso ao subsídio de desemprego estará vedado à maioria.
Por outro lado, a reunião com a nova ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, ainda não trouxe boas notícias: o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) insiste na redução da quota em 2016, passando de 13 500 para nove mil toneladas. Os pescadores dizem “não”. Há 130 barcos parados.
A situação, explica Agostinho Mata, é cada vez mais difícil: os apoios à paragem – de 20 euros por dia – terminaram a 30 de novembro. Resta, agora, aos pescadores o fundo de desemprego para assegurar algum rendimento às famílias.
Fonte JN






