Revelado projeto para altar-palco para as Jornadas Mundiais da Juventude

25.1.2023 –

A construção da estrutura vai custar à Câmara de Lisboa mais de quatro milhões de euros.

Foi, esta quarta-feira, apresentado o projeto para o altar-palco onde o Papa Francisco irá celebrar a missa das Jornadas Mundiais da Juventude. O projeto irá custar à Câmara Municipal de Lisboa mais de 4,2 milhões de euros.

O altar-palco responde a um conjunto de requisitos impostos pela Fundação JMJ. Tem três plataformas, com uma altura de nove metros, o que permite a todos os peregrinos poderem ver à distância. Terá ainda capacidade para 2.000 pessoas. Além disso, contará com dois elevadores – para pessoas com mobilidade reduzida – e uma escadaria.

A autarquia analisou as melhores propostas apresentadas por quatro empresas, tendo selecionado a empresa que apresentou a melhor propostas em todas as fases do procedimento. O preço base de construção do altar-palco foi definido em 4,24 milhões de euros.

Além do altar-palco, o projeto da Câmara de Lisboa inclui ainda a criação do Parque Urbano Tejo-Trancão. Trata-se de um investimento total de 21,5 milhões de euros, dois quais, de acordo com a autarquia, 19 milhões são “investimento para o futuro”.

Neste projeto está incluída a recuperação do Aterro Sanitário de Beirolas, a criação de uma rede de saneamento, abastecimento de água e de energia para a zona e a construção de uma ponte de ciclovia sobre o Rio Trancão.

Promotores internacionais interessados no palco da JMJ

O vice-presidente da câmara de Lisboa confirma que há promotores de “grandes eventos internacionais” que já manifestaram interesse no altar-palco que será construído para JMJ. Filipe Anacoreta Correia sublinha que a autarquia teve “a preocupação” de que os investimentos fossem aproveitados no futuro e beneficiassem a cidade.

A nossa preocupação foi aproveitar e potenciar o investimento para o futuro e estamos certos que foi essa a opção certa”, afirma o vice-presidente na sessão de apresentação do projeto.

SIC Notícias

 

“A nossa preocupação foi aproveitar e potenciar o investimento para o futuro”
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