08.07.2025 –
A investigação ao trágico acidente que vitimou Diogo Jota, jogador internacional português e atleta do Liverpool FC, indica que o despiste que provocou a sua morte e a do irmão mais novo, André Silva, terá sido causado por excesso de velocidade e uma falha numa das rodas do veículo.

Segundo informações divulgadas pela imprensa espanhola, nomeadamente o El País e a Cadena SER, a Guardia Civil de Zamora apurou que o Lamborghini Huracán conduzido por Diogo Jota circulava a uma velocidade bastante acima do limite permitido na autoestrada A‑52, em Espanha. As marcas deixadas na estrada sugerem que o carro poderá ter ultrapassado os 140 km/h, numa zona com limite máximo de 120 km/h.
O acidente terá ocorrido no momento em que o jogador realizava uma ultrapassagem, quando um reventão numa das rodas traseiras provocou a perda de controlo do veículo. O carro acabou por capotar e embater nos rails de proteção, incendiando-se de imediato. O impacto e o incêndio foram fatais para ambos os ocupantes.
“Trata-se de um acidente que terá sido causado por um conjunto de fatores: velocidade excessiva, uma falha técnica e o contexto de ultrapassagem a alta velocidade”, referem fontes próximas do inquérito, citadas pelo El País
O julgado de Puebla de Sanabria está a conduzir o processo judicial e deverá receber nos próximos dias o relatório final da perícia técnica realizada pela Guardia Civil.

Luto no desporto e homenagem internacional
A notícia da morte de Diogo Jota, aos 28 anos, causou profunda consternação no mundo do futebol. Natural de Massarelos, no Porto, o jogador era um dos principais nomes da Seleção Nacional e uma peça importante no Liverpool de Jürgen Klopp.
Clubes, companheiros de equipa, dirigentes e fãs manifestaram o seu pesar nas últimas horas. A Federação Portuguesa de Futebol prestou homenagem ao atleta, assim como a UEFA e a Premier League, que anunciaram um minuto de silêncio nos próximos jogos em sua memória.
Jornal Mira Online
Fontes: El País / Cadena SER / Reuters






