1. A COTS apoia publicamente o “Manifesto Primárias, JÁ” do grupo de reflexão socialista “PS 3.0”: https://www.facebook. com/primariasja
2. A COTS apoia a petição e manifesto “Somos todos Gregos” promovido por alguns dos seus membros e por membros do grupo “PS 3.0”: http://peticaopublica.
3. Comunicado à direcção nacional do Partido Socialista:
“A COTS: Corrente de Opinião Transparência Socialista reconhece a potencialidade positiva da alteração estatutária que admite a possibilidade de realizar eleições primárias abertas a todos os cargos políticos públicos, como deputados e autarcas. Esta abertura coincide, aliás, com uma das propostas da nossa Declaração de Princípios e só pode merecer o nosso maior apoio.
A COTS, contudo, exprime a sua discordância perante a aprovação pela Comissão Nacional do PS desta alteração em regime opcional e, sobretudo, pelo facto destas Primárias não serem aplicadas já na composição das próximas listas distritais de deputados.
Na prática, este carácter opcional vai favorecer as forças imobilísticas e de “aparelho” a quem interessa que nada mude e que assim conseguiram um efetivo retrocesso no processo de abertura aos cidadãos que as Primárias de 2014 representaram. Com este adiamento para data incerta reverte-se o processo de abertura à Sociedade Civil e defraudam-se as justas expectativas de 145 mil simpatizantes que ajudaram a eleger o actual Secretário Geral, António Costa.
A COTS defende assim Primárias, já, para todos os cargos políticos disputados pelo Partido Socialista e acredita que seria crucial para credibilizar a proposta socialista às Legislativas e para consolidar uma imagem de efectiva e verdadeira alternativa à maioria PSD-PP, fazer escolher e ordenar as listas distritais de deputados em Primárias abertas a simpatizantes e em Voto Preferencial.”
A COTS, contudo, exprime a sua discordância perante a aprovação pela Comissão Nacional do PS desta alteração em regime opcional e, sobretudo, pelo facto destas Primárias não serem aplicadas já na composição das próximas listas distritais de deputados.
Na prática, este carácter opcional vai favorecer as forças imobilísticas e de “aparelho” a quem interessa que nada mude e que assim conseguiram um efetivo retrocesso no processo de abertura aos cidadãos que as Primárias de 2014 representaram. Com este adiamento para data incerta reverte-se o processo de abertura à Sociedade Civil e defraudam-se as justas expectativas de 145 mil simpatizantes que ajudaram a eleger o actual Secretário Geral, António Costa.
A COTS defende assim Primárias, já, para todos os cargos políticos disputados pelo Partido Socialista e acredita que seria crucial para credibilizar a proposta socialista às Legislativas e para consolidar uma imagem de efectiva e verdadeira alternativa à maioria PSD-PP, fazer escolher e ordenar as listas distritais de deputados em Primárias abertas a simpatizantes e em Voto Preferencial.”





