🛑 Montenegro fala ao país e anuncia medidas excecionais

05.02.2026 –

⚠️ Estado de Calamidade prolongado e apoios reforçados face à “crise devastadora”

O primeiro-ministro Luís Montenegro dirigiu-se ao país num momento que classificou como de “extrema dificuldade em várias regiões do território nacional”, deixando um apelo veemente para que não sejam ignorados os avisos das autoridades, perante os riscos elevados associados às chuvas e cheias previstas para os próximos dias.

⚡ No ponto de situação apresentado, o chefe do Governo revelou que mais de um milhão de clientes chegaram a ficar sem fornecimento de energia elétrica, número que foi entretanto reduzido para cerca de 80 mil, graças ao trabalho contínuo das equipas no terreno.

🚰🚧 Para além da energia, Luís Montenegro reconheceu que persistem graves problemas no abastecimento de água e fortes constrangimentos nas vias rodoviárias e ferroviárias, algumas delas severamente afetadas pela intempérie.

🖥️ Foi ainda anunciada a criação da plataforma http://apoioscalamidade.gov.pt , que permitirá agilizar e facilitar o acesso aos pedidos de ajuda, tanto para particulares como para entidades afetadas.

💶 No plano económico, o Governo abriu uma linha de crédito de 500 milhões de euros para apoio às empresas, complementada com medidas específicas para os agricultores, ambas de acesso imediato.

Nunca o Estado respondeu com tanta rapidez”, sublinhou o primeiro-ministro.

📅 O Estado de Calamidade foi alargado até ao dia 15 de fevereiro, com a adoção de “medidas excecionais e temporárias para uma situação muito excecional”.

Ninguém deve tirar partido desta situação”, alertou Luís Montenegro.

🕵️‍♂️ A ASAE foi chamada a intervir para evitar situações de especulação e aproveitamento, com uma mensagem clara deixada pelo líder do Executivo.

👷‍♀️ O Governo anunciou ainda que serão contratadas pessoas para garantir a mão de obra necessária à reconstrução, reforçando a resposta no terreno.

🚨 Por fim, o primeiro-ministro voltou a ecoar os alertas da Proteção Civil, apelando à máxima prudência para que os riscos elevados dos próximos dias não agravem ainda mais a “catástrofe sem precedentes” que o país enfrenta desde 28 de janeiro, descrevendo o momento como “uma crise devastadora”.

🗣️ Não descansaremos enquanto esta situação não for ultrapassada. Não vamos deixar ninguém para trás”, finalizou.

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📰 Jornal Mira Online