⚠️ Os números atualizados do acidente no Elevador da Glória

04.09.2025 –

Até a noite de ontem, quarta-feira, eram contabilizadas 15 mortes

O grave acidente ocorrido em Lisboa ao fim da tarde de ontem, sofreu um acréscimo no número de vítimas.

Segundo informações disponibilizadas no terreno, esta manhã, estão contabilizadas mais duas mortes, ocorridas durante a madrugada, no hospital. Assim, agora são dezassete, as vítimas fatais, para além de existirem vinte e um feridos, perfazendo um total de trinta e oito vítimas.

Proteção Civil de Lisboa corrige número de vítimas mortais para 16

A Proteção Civil de Lisboa corrigiu o número de vítimas mortais do descarrilamento do elevador da Glória, que é afinal de 16 e não de 17, como divulgado esta manhã.

A primeira vítima foi identificada como André Marques e operava a cabine do Elevador da Glória quando a composição embateu violentamente contra um prédio.

Os feridos são pelo menos doze mulheres e sete homens de nacionalidades diferentes: quatro portugueses, dois espanhóis, um coreano, um cabo-verdiano, um canadiano, um italiano, um francês, um suíço e um marroquino.

Dos vinte e três feridos, sete dos quais graves, quatro deslocaram-se por meios próprios ao hospital de São José.

Dezanove foram transportados para cinco hospitais: oito para Santa Maria, cinco para São José, três para São Francisco Xavier, um para o hospital de Cascais e dois para o da Amadora.

 

🌍 Tragédia no Elevador da Glória ecoa na imprensa internacional

A tragédia ocorrida em Lisboa com o descarrilamento do Elevador da Glória rapidamente ultrapassou fronteiras e tornou-se destaque na imprensa mundial.

Nos Estados Unidos, o The New York Times e a Associated Press descreveram o episódio como “o pior acidente da história recente da capital portuguesa”, sublinhando o impacto potencial na imagem turística do país. Já o The Washington Post frisou a importância cultural do funicular, inaugurado em 1885 e classificado como ícone da cidade.

Em França, o Le Monde destacou as palavras do presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, que recordou que “uma tragédia assim nunca aconteceu na cidade”. No Reino Unido, o The Guardian noticiou a dimensão da catástrofe, referindo o luto nacional decretado em Portugal e o facto de entre os feridos estarem turistas estrangeiros.

A imprensa alemã, como o Bild, apontou para a possibilidade de falhas no sistema de cabos, enquanto o Financial Times chamou a atenção para a necessidade de revisão dos transportes históricos em Lisboa. Do outro lado do mundo, o Times of India deu grande destaque ao acidente, sublinhando que o funicular era um símbolo cultural que recebia milhões de visitantes todos os anos.

Também meios internacionais como o Daily Beast recordaram que o Elevador da Glória já havia descarrilado em 2018, sem vítimas, levantando agora novas questões sobre a manutenção.

Para além dos jornais, líderes políticos e instituições internacionais expressaram solidariedade. O Presidente francês Emmanuel Macron, o espanhol Pedro Sánchez, a italiana Giorgia Meloni e o ucraniano Volodymyr Zelensky manifestaram condolências públicas. A União Europeia, através de Ursula von der Leyen e Roberta Metsola, transmitiu mensagens de pesar e apoio ao povo português.

A tragédia, para além da dor imediata, provocou um profundo eco global, colocando Lisboa no centro das atenções e abrindo um debate internacional sobre a segurança de patrimónios históricos ainda em funcionamento.

📌 Jornal Mira Online
🔗 Fontes: SIC Notícias, The Guardian, Financial Times, Le Monde, Times of India, Bild,

Imagem licenciável

NOTÍCIA ATUALIZADA PELAS 14:31 hs de 04/9/2025