CHEGA de Coimbra “condena a cedência das instalações da escola pública para evento de cariz ideológico”

27.02.2025 –

Em comunicado, a “Distrital do CHEGA de Coimbra, manifesta a sua total oposição à realização do II Fórum LGBTQI+ sob o tema “O orgulho contra o conservadorismo”, organizado pelo Bloco de Esquerda, nas instalações da Escola EB 2,3 Martim de Freitas, nos dias 1 e 2 de março de 2025.”

Embora afirme respeitar “a liberdade de expressão e a existência de diferentes agendas políticas e ideológicas”, o Partido diz não aceitar “que um evento desta natureza, tenha lugar numa escola pública, uma instituição financiada pelos impostos de todos os portugueses e cuja finalidade deve ser exclusivamente o Ensino, a Formação e a Educação Cívica dos alunos.” “A escola deve ser um espaço neutro, voltado para o ensino e a formação cívica, promovendo valores como o respeito pelos professores, funcionários e colegas, assim como a inclusão e o zelo pelos bens públicos. No entanto, consideramos que a cedência de uma escola para um evento com um claro viés político e ideológico, representa uma tentativa de instrumentalização do espaço escolar para fins que ultrapassam a sua missão educativa”, continua o comunicado.

“O CHEGA de Coimbra repudia qualquer tentativa de impor a chamada “cultura woke” e uma agenda de ideologia de género às crianças e jovens. Defendemos que a liberdade e diversidade sexual são questões individuais, não devendo ser alvo de doutrinação nas escolas.” “Assim, apelámos quer à Direção do Agrupamento de Escolas do Martim de Freitas, quer à própria DSRC – Direção de Serviços da Região do Centro, para que reconsiderem a cedência das instalações para este evento”, solicita Paulo Seco, em nome da concelhia.

 

“Acreditamos que as escolas devem permanecer espaços de ensino e conhecimento, e não palcos de militância
política e ideológic. A Distrital do CHEGA de Coimbra continuará a defender os valores da liberdade de educação e a combater a imposição de agendas que nada têm a ver com o ensino e o interesse das crianças e jovens portugueses”, conclui.