27.03.2026 –
A Distrital de Coimbra do Partido CHEGA veio a público criticar a atuação da Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra, acusando-a de má gestão financeira e de práticas discriminatórias no contexto académico.

Em comunicado, o partido manifesta “profunda indignação” perante a alegada retenção de 3.500 euros destinados à Secção de Jornalismo da AAC, verba que, segundo refere, resultaria de um protocolo com a Universidade de Coimbra entre 2023 e 2025.

💰 De acordo com a informação divulgada, a Direção-Geral da AAC terá justificado dificuldades financeiras para proceder ao pagamento, propondo, em alternativa, a liquidação da dívida através de barris de cerveja, solução que foi rejeitada pela Secção de Jornalismo.
📣 O CHEGA considera esta proposta “inaceitável” e “desrespeitosa”, defendendo que os apoios atribuídos devem ser geridos com rigor, transparência e responsabilidade, tratando-se de verbas com origem pública e académica.
⚖️ No mesmo comunicado, o partido estabelece ainda um paralelismo com aquilo que considera ser um tratamento discriminatório por parte da Direção-Geral da AAC, acusando-a de excluir o CHEGA de atividades e espaços de debate académico, o que classifica como “censura política”.

📊 A estrutura distrital exige:
- Transparência na gestão das verbas atribuídas pela Reitoria
- Pagamento das dívidas em dinheiro
- Auditoria às contas
- Respeito pela pluralidade de ideias no meio académico
🛡️ O partido afirma que continuará a acompanhar a situação, “defendendo os estudantes” e exigindo “maior rigor na gestão dos recursos públicos.”
Até ao momento, não foi conhecida qualquer reação oficial por parte da Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra relativamente a estas acusações.
Jornal Mira Online
📎 Partido CHEGA – Distrital de Coimbra




